Unindo dois em um.

demon-defteros:

- Sim, um presente maravilhoso… - ronronou, aninhando-se ao abraço e escondendo a cabeça em seu peito, cansada - Tenho medo de dormir e quando acordar descobrir que ainda estou naquele vulcão, sozinho, e que tudo isso não passou de um sonho lindo, As.

Fechou os olhos, lutando contra a tristeza. Aquela vida que levava era diferente de tudo o que já havia passado na vida. Era tudo tao bom e maravilhoso como ele nunca havia experimentado. Tudo o que conhecia era dor e solidão, por isso tinha medo de que toda sua felicidade fosse um sonho. Um frágil e breve sonho. 

- Isso não é um sonho, Def. - disse confiante, apertando-a contra si. Ela ainda estava na banheira e o tempo parecia esfriar. - Você está melhor? Acho que deve sair agora da água, amor…

Disse, enquanto olhava-a. Afagou o rosto moreno com cuidado, beijando-lhe rapidamente os lábios.

- Não se preocupe, certo? Tudo aqui é real… Estamos juntos, sem nenhum deus para nos controlar, e temos lindos três filhinhos… Isso é muito real, amor.

Unindo dois em um.

demon-defteros:

gemini-aspros:

demon-defteros:

gemini-aspros:

demon-defteros:

Só pelo fato de estar sentada, ela já sentia dores moderadas. Defteros estava acostumada a sentir dor, mas ficava mais difícil ignora-las estando tão fraca, como estava. Ela olhou para o irmão com um mudo pedido de desculpas e então abaixou o rosto, se sentindo inútil. 

- Certo, As… - sussurrou a resposta, olhando para os trigêmeos, que dormiam profunda e serenamente. 

O mais velho se levantou com cuidado, pegando a moça no colo. Tentava não fazer nenhum movimento brusco, enquanto carregava a irmã para o banheiro. Encheu a banheira e a colocou ali com extremo cuidado, sorrindo.

- Está bem? Se sente mal? Se quiser, pode apoiar a cabeça em algo… Só não se esforce muito.

Mordeu o canto dos lábios, contendo a dor que sentia a cada passo que o irmão dava. Sabia que ele tentava ser o mais delicado possível, mas seu corpo ainda doía muito. Quanto mais ela tentava se manter parada, mais mover lhe causava dor.  Aquele corpo era realmente muito estranho…

Soltou um suspiro alto a ser colocada na água morna, sentindo a dor abrandar. Resmungou leve, segurando a mão dele e o mantendo-o perto de si.

- Estou bem, As… - olhou-o ainda um pouco constrangida - Só acho que meu corpo não estava preparado para colocar três crianças no mundo de uma vez só. Acho que vou ficar de molho por um dia ou dois, mas estou bem… Mas e você? Está tudo bem?

- Se eu estou bem? Estou ótimo, Def. - respondeu, começando a dar um banho cuidadoso na irmã. Não queria a machucar, enquanto todos seus toques eram com o máximo de cuidado possível. - Você acabou de me dar três filhos maravilhosos… Acabou de deixar minha vida mais feliz.

O mais velho sorriu com carinho, beijando-a na testa, enquanto lhe banhava calmamente. Ainda assim, estava atento para qualquer barulho vindo do quarto. 

- eu não poderia estar mais feliz que isso.

Abriu um sorriso carinhoso, olhando-o. Claro que preferia estar fazendo aquilo por si mesma, mas o carinho e o amor dele, em seus toques e palavras lhe fazia muito feliz. Se acomodou melhor na banheira e fechou os olhos.

- Eles são lindos, não é? - suas palavras eram cheias de carinho - Tão parecidos com você. - riu breve - Se bem que somos iguais, então eles também se parecem comigo.

- Eles são lindos mesmo… - disse, beijando o rosto da irmã com cuidado. - Eu não imaginaria que uma brincadeira dos deuses fosse acabar assim… Eles são presentes dos deuses para nós. 

Ele riu levemente, logo a abraçando com carinho, sem se importar em se molhar. 

- Depois de tudo o que passamos… é realmente um presente, não? 

Unindo dois em um.

demon-defteros:

gemini-aspros:

demon-defteros:

Só pelo fato de estar sentada, ela já sentia dores moderadas. Defteros estava acostumada a sentir dor, mas ficava mais difícil ignora-las estando tão fraca, como estava. Ela olhou para o irmão com um mudo pedido de desculpas e então abaixou o rosto, se sentindo inútil. 

- Certo, As… - sussurrou a resposta, olhando para os trigêmeos, que dormiam profunda e serenamente. 

O mais velho se levantou com cuidado, pegando a moça no colo. Tentava não fazer nenhum movimento brusco, enquanto carregava a irmã para o banheiro. Encheu a banheira e a colocou ali com extremo cuidado, sorrindo.

- Está bem? Se sente mal? Se quiser, pode apoiar a cabeça em algo… Só não se esforce muito.

Mordeu o canto dos lábios, contendo a dor que sentia a cada passo que o irmão dava. Sabia que ele tentava ser o mais delicado possível, mas seu corpo ainda doía muito. Quanto mais ela tentava se manter parada, mais mover lhe causava dor.  Aquele corpo era realmente muito estranho…

Soltou um suspiro alto a ser colocada na água morna, sentindo a dor abrandar. Resmungou leve, segurando a mão dele e o mantendo-o perto de si.

- Estou bem, As… - olhou-o ainda um pouco constrangida - Só acho que meu corpo não estava preparado para colocar três crianças no mundo de uma vez só. Acho que vou ficar de molho por um dia ou dois, mas estou bem… Mas e você? Está tudo bem?

- Se eu estou bem? Estou ótimo, Def. - respondeu, começando a dar um banho cuidadoso na irmã. Não queria a machucar, enquanto todos seus toques eram com o máximo de cuidado possível. - Você acabou de me dar três filhos maravilhosos… Acabou de deixar minha vida mais feliz.

O mais velho sorriu com carinho, beijando-a na testa, enquanto lhe banhava calmamente. Ainda assim, estava atento para qualquer barulho vindo do quarto. 

- eu não poderia estar mais feliz que isso.

Unindo dois em um.

demon-defteros:

Só pelo fato de estar sentada, ela já sentia dores moderadas. Defteros estava acostumada a sentir dor, mas ficava mais difícil ignora-las estando tão fraca, como estava. Ela olhou para o irmão com um mudo pedido de desculpas e então abaixou o rosto, se sentindo inútil. 

- Certo, As… - sussurrou a resposta, olhando para os trigêmeos, que dormiam profunda e serenamente. 

O mais velho se levantou com cuidado, pegando a moça no colo. Tentava não fazer nenhum movimento brusco, enquanto carregava a irmã para o banheiro. Encheu a banheira e a colocou ali com extremo cuidado, sorrindo.

- Está bem? Se sente mal? Se quiser, pode apoiar a cabeça em algo… Só não se esforce muito.

Unindo dois em um.

demon-defteros:

- Você é um bobo, As… - Sorriu carinhosamente para ele, apertando sua mão de leve. - Um lindo e perfeito bobo.

Ela se mexeu na cama, com cuidado por causa dos bebês. Estava muito cansada e se sentia desconfortável e suja, por isso ponderou se levantar e ir tomar um banho, mas sabia que ainda estava fraca de mais para fazer isso sozinha.

Encarou o irmão por alguns segundos, pensando em como pediria aquilo, mas por fim perdeu a coragem e suspirou. Defteros sabia que não podia depender para sempre de Aspros, então decidiu fazer aquilo por si só. 

Mesmo ainda com  corpo fraco e pesado de cansaço, ela tentou se levantar da cama, encontrando certa dificuldade para conseguir até mesmo sentar.

- Vou t-tomar um banho… - tentou parecer natural, mas sua fala saiu um pouco tremida pelo esforço.

- Não… - disse baixo, segurando-a delicadamente. Moveu-se com cuidado para não acordar os filhos, fitando-a. - Eu te ajudo então, Def… Você não está forte o suficiente para fazer isso sozinha…

Murmurou, ajeitando os filhos, deixando uma barreira para eles não caírem no chão. Levantou-se suavemente, olhando-a. 

- Eu vou ficar atento a eles… Mas deixe-me te ajudar. 

Pediu, olhando-a com carinho. Não queria deixa-la sozinha. Após terem se reencontrado, ficado na mesma casinha em que ficaram quando pequenos, eram raros os momentos que Aspros deixava Defteros sozinho. 

Queria estar sempre por perto, para o proteger. 

- Tudo bem?

Unindo dois em um.

demon-defteros:

O rosto moreno corou forte e ela abaixou o olhar. Não esperava que Aspros tivesse visto aquilo. Ela tinha feito uma lista com nomes algumas semanas antes, no meio da noite enquanto pensava que ele estava dormindo, mas era tudo tão ridículo que ela não teve coragem de mostrar ao irmão. 

Ainda reunindo coragem para falar, Defteros viu o bebê que estava ao seu lado, o segundo a nascer, abrir os olhinhos devagar. O pequeno tentou esticar as mãozinhas para ela e, num reflexo impensado, ela o afagou com carinho, olhando em seus olhos azuis e sorrindo com amor.

- Eu li, num dos dias que você foi a cidade e eu fiquei só aqui, uma história sobre “nós”, Gêmeos… Li sobre Castor e Pólux… Os gêmeos originais… - ela voltou o olhar para o irmão - Senti inveja deles… Eles puderam ser tudo aquilo que eu queria ter sido com você. Unidos e inseparáveis. Pelo livro, quando Castor, o irmão mortal, morreu, Pólux, o irmão imortal, implorou a Zeus que trouxesse seu irmão amado de volta a vida, mas Hades não permitiu. Pólux então desistiu de sua imortalidade para poder ficar com o seu irmão e Zeus, compadecido, transformou-os em constelação, para que eles nunca mais fossem separados, nem pela morte. - fez uma pausa breve, voltando a olhar os filhos - Eu queria isso para eles, uma vida boa e tranquila, ondes eles pudessem ficar juntos em em paz. - levou uma das mãos a rostinho da filha, ainda adormecida - Eu ainda li que eles tinham algumas irmãs… Mas a primeira delas se chamava Helena… - voltou a olha-lo com timidez - Eu tinha pensado em algo assim, mas se você tiver uma idéia melhor… 

Como não amar aquele ser? Aspros não conseguia entender como as pessoas temiam Defteros. Ele simplesmente não conseguia ligar a imagem do mais novo com alguém ruim ou mal. Era praticamente impossível para si ver o rapaz - transformado em mulher - como alguém que diziam ser um demônio.

Não, Defteros era perfeito demais para ser um demônio.

- Eu adorei, amor. - disse, sincero. Ele ouvira falar dessa história quando era pequeno, mas acabou por esquecer-se, com o passar dos anos. - É perfeito. - riu animado, acariciando a mão que segurava lentamente. - Castos, Pólux e Helena… - sorriu mais. - Nossos filhos, tão perfeitos e belos quanto a mamãe. - disse divertido, afagando os filhos cuidadosamente. - Eu não poderia pedir presente melhor, Def.

Unindo dois em um.

demon-defteros:

gemini-aspros:

demon-defteros:

gemini-aspros:

 

- Talvez seja perigoso você dormir agora, amor. - disse, deixando a amada bem aconchegada aos lençóis, junto dos três bebês. - Quer que eu chame a médica agora? 

Aspros perguntou, enquanto pegava algumas toalhas úmidas e começava a limpar a moça lentamente, tomando cuidado com o corpo agora frágil dela. Quando a viu limpa, colocou-a deitada no sofá e os filhos no bercinho que havia comprado, após limpa-los e vesti-los direito. Trocou os lençóis da cama e só quando tudo estava impecável, deixou a amada no colchão, depois de vesti-la com uma roupa limpa. 

- Estou preocupado com você, meu anjo. - disse, deixando os dois meninos e a menininha entre ele e a amada, para logo se deitar. - Quando estiver melhor, talvez seja melhor tomar um banho… E dar o primeiro banho nos nossos filhos.

- Nada de médica! - rosnou baixo, manhosa pelo cansaço - Eu estou bem, Aspros… - resmungou, olhando-o.

Ela o observou com certa vergonha, enquanto ele a limpava. Aquilo era constrangedor, e Defteros não gostava muito de não conseguir fazer aquilo por si só. Soltou um muxoxo baixo ao se ver afastada dos bebês, mas não conseguiu evitar de sorrir um pouco ao ver o mais velho dedicar tanto cuidado e carinho para cada um dos bebês, enquanto ele os limpava novamente e agora os vestia. Quando foi colocada no sofá, cochilou algumas vezes, por isso mal percebeu ele limpar o quarto até que ele a pegou nos braços novamente para levar para a cama, trazendo seus filhos novamente para junto de si. 

- Eu já disse que estou bem, As… - sorriu para ele, um pouco mais forte agora - É só cansaço físico… Gastei muita energia para colocar esses três pedacinhos de gente para fora… - riu afagando o rostinho de cada um deles com carinho, os bebês já dormindo - Mas eu disse a você que era capaz… Viu? Todos os três lindos, inteirinhos e saudáveis, se bem que eu não esperava três de uma só vez… Talvez fosse isso que aquela médica quis dizer com “Você vai ter uma grande surpresa quando chegar a hora, mamãe…” - suspirou pesado - Estou com vontade de dar na cara daquela mulher idiota… Ela podia ter avisado que eu esperava mais de um. - resmungou, afagando a barriguinha da filha com cuidado - Mas, e você, As? Está tudo bem? Você parece tão preocupado… Tão cansado… Além dessa surpresa toda, com três bebês, enquanto a gente só esperava um… - olhou- com receio

- Sinceramente, estou achando que trocaram meu sangue por lava, porque sinto minhas veias queimarem intensamente. - ele riu levemente, segurando a mão da irmã com bastante carinho, beijando-a. - Estou muito mais que feliz, Def. Se ter apenas um filho com você era o máximo, ter mais dois é uma paraíso para mim. Embora eu saiba que esses pequenos vão dar muito trabalho.

Ele comentou rindo suavemente, deixando aquele lado ser exposto só para o irmão. De qualquer jeito, Defteros era o único que sabia tudo sobre si, e isso o deixava feliz. 

- Se me perguntassem se eu me arrependo de tudo o que passamos juntos, eu mandaria essa tal pessoa para o inferno. Não consigo me arrepender de nada do que fiz ao seu lado, Def. Essa é a vida que eu sempre pedi. Termos nossa própria família, nossa casa, sem deuses malucos, sem gente idiota… Só nós dois. Sozinhos, juntos, com uma família linda e unida. - sorriu mais para ela. - Eu te amo tanto, sabia?

Abriu um sorriso amoroso e apaixonado para o mais velho. Quem visse os dois, jamais reconheceria aquelas expressões suaves e carinhosas, nos rostos dos gêmeos tão comumente rudes, mau humorados e violentos. Mas apenas na presença um do outro que se permitiam ser daquela forma.

- Tecnicamente ainda temos deuses malucos ao nosso redor, mas não creio que mexam conosco. - riu leve, apertando a mão do irmão com carinho - Esses três foram a minha surpresa, mas não poderia estar mais feliz. Ter você comigo era o meu sonho, e agora ter esses bebês são a realização de um sonho que eu nunca imaginei querer. Eles são nossos bebês, As… E agora, eles são minha vida, como você já o é.

Abaixou o olhar para os bebês, olhando as crianças dormindo calmamente. Acariciou o rostinho de cada um deles em silêncio, admirando-os.

- Precisamos dar nomes a eles… - disse baixo - Mas nada como “Primeiro” e “Segundo”, como aconteceu conosco… Eles são iguais… Não quero que haja um favorito ou um “melhor”, são três anjos lindos e e amados… Igualmente.

O mais velho sorriu com carinho, admirando os filhos por algum tempo, até os olhos voltarem para a figura da mulher. Suspirou feliz, segurando-lhe a mão e depositando um suave beijo ali.

- Eu não sou bom com nomes, Def. - disse, divertido. - Acredito que você consiga nomes maravilhosos… Te vi escrevendo alguns, uns dias atrás…

Ele riu levemente, acariciando a mão dela lentamente, de maneira bastante carinhosa. Todos seus toques eram cuidadosos.

- Então…?

Unindo dois em um.

demon-defteros:

gemini-aspros:

 

- Talvez seja perigoso você dormir agora, amor. - disse, deixando a amada bem aconchegada aos lençóis, junto dos três bebês. - Quer que eu chame a médica agora? 

Aspros perguntou, enquanto pegava algumas toalhas úmidas e começava a limpar a moça lentamente, tomando cuidado com o corpo agora frágil dela. Quando a viu limpa, colocou-a deitada no sofá e os filhos no bercinho que havia comprado, após limpa-los e vesti-los direito. Trocou os lençóis da cama e só quando tudo estava impecável, deixou a amada no colchão, depois de vesti-la com uma roupa limpa. 

- Estou preocupado com você, meu anjo. - disse, deixando os dois meninos e a menininha entre ele e a amada, para logo se deitar. - Quando estiver melhor, talvez seja melhor tomar um banho… E dar o primeiro banho nos nossos filhos.

- Nada de médica! - rosnou baixo, manhosa pelo cansaço - Eu estou bem, Aspros… - resmungou, olhando-o.

Ela o observou com certa vergonha, enquanto ele a limpava. Aquilo era constrangedor, e Defteros não gostava muito de não conseguir fazer aquilo por si só. Soltou um muxoxo baixo ao se ver afastada dos bebês, mas não conseguiu evitar de sorrir um pouco ao ver o mais velho dedicar tanto cuidado e carinho para cada um dos bebês, enquanto ele os limpava novamente e agora os vestia. Quando foi colocada no sofá, cochilou algumas vezes, por isso mal percebeu ele limpar o quarto até que ele a pegou nos braços novamente para levar para a cama, trazendo seus filhos novamente para junto de si. 

- Eu já disse que estou bem, As… - sorriu para ele, um pouco mais forte agora - É só cansaço físico… Gastei muita energia para colocar esses três pedacinhos de gente para fora… - riu afagando o rostinho de cada um deles com carinho, os bebês já dormindo - Mas eu disse a você que era capaz… Viu? Todos os três lindos, inteirinhos e saudáveis, se bem que eu não esperava três de uma só vez… Talvez fosse isso que aquela médica quis dizer com “Você vai ter uma grande surpresa quando chegar a hora, mamãe…” - suspirou pesado - Estou com vontade de dar na cara daquela mulher idiota… Ela podia ter avisado que eu esperava mais de um. - resmungou, afagando a barriguinha da filha com cuidado - Mas, e você, As? Está tudo bem? Você parece tão preocupado… Tão cansado… Além dessa surpresa toda, com três bebês, enquanto a gente só esperava um… - olhou- com receio

- Sinceramente, estou achando que trocaram meu sangue por lava, porque sinto minhas veias queimarem intensamente. - ele riu levemente, segurando a mão da irmã com bastante carinho, beijando-a. - Estou muito mais que feliz, Def. Se ter apenas um filho com você era o máximo, ter mais dois é uma paraíso para mim. Embora eu saiba que esses pequenos vão dar muito trabalho.

Ele comentou rindo suavemente, deixando aquele lado ser exposto só para o irmão. De qualquer jeito, Defteros era o único que sabia tudo sobre si, e isso o deixava feliz. 

- Se me perguntassem se eu me arrependo de tudo o que passamos juntos, eu mandaria essa tal pessoa para o inferno. Não consigo me arrepender de nada do que fiz ao seu lado, Def. Essa é a vida que eu sempre pedi. Termos nossa própria família, nossa casa, sem deuses malucos, sem gente idiota… Só nós dois. Sozinhos, juntos, com uma família linda e unida. - sorriu mais para ela. - Eu te amo tanto, sabia?

Unindo dois em um.

demon-defteros:

gemini-aspros:

demon-defteros:

gemini-aspros:

 

O mais velho segurou o segundo filho com cuidado, deixando-o ao lado do primogênito, enquanto ia ajudar Defteros. Estava rezando para saber o que fazer, embora sentisse-se um inútil vendo ela fazer todo o trabalho sozinha.

- Acalme-se um pouco, Def… Respire fundo e tente acalmar seu corpo. Deve ser difícil e deve doer muito, meu anjo, mas tente fazer isso… - pediu com a voz calma, olhando-a. - Por favor. Nós precisamos que você tenha força o suficiente para dar a luz ao nosso terceiro bebê, querida.

Aspros fazia de tudo para acalmar a irmã, para dar algum apoio, nem que fosse emocional, para ela. Estava sendo um irmão mais velho, um marido, um amante, alguém que amava-a demais. 

- Vamos, querida. Respire fundo e solte o ar devagar… Eu sei que consegue.

A mulher forçou-se a olhar para o amado, respirando rapidamente. Os dois bebês ao seu lado faziam com que ela se contivesse em movimentos curtos e suave. Ela olhou para os filhos ao seu lado, tentando se concentrar e se acalmar como Aspros estava lhe pedindo.

O segundo bebê ainda chorava manhoso, suas mãozinhas segurando o cobertor onde estava enroladinho, impedindo que ela soubesse o sexo do bebê. O filho primogênito, que ainda estava distraído com os seus cabelos longos, virou-se para o outro bebê e segurou a mãozinha dele, fazendo-o parar de chorar imediatamente. Logo os dois estavam se olhando, caladinhos.

Defteros observou tudo com atenção, procurando acalmar a respiração, e foi com surpresa que viu os dois bebês virarem seus olhinhos azuis para si. Ambos tinham um olhar inteligente, muito parecido com Aspros, e a observavam com calma e reconhecimento. 

Sentiu o bebê em seu ventre se remexer, forçando para nascer, e seu corpo estremeceu com a dor da nova contração, mas ela não conseguiu desviar o olhar dos pequenos. Depois de um tempo que ela não soube dizer quanto, ela se virou para o amado. Sua respiração ainda estava pesada, mas ao menos estava controlada e ela também estava mais calma. A dor ainda era intensa, mas ela sabia o que devia fazer e se concentrou nisso.

O mais velho sentiu um peso enorme sair de seus ombros quando o terceiro e último filho estava em seus braços, chorando alto e em bom som. Ele o limpou e repetiu o processo anterior, com cuidado, enquanto olhava para  a irmã preocupado.

- Def… Olhe, amor… – pediu, sorrindo para ela. – Eles são perfeitos… Dois meninos e uma menina, querida. – disse, inclinando-se sobre a mulher, beijando-lhe a testa. – Você está bem?

Aspros estava morto de preocupação. Ela havia se esforçado demais e ele temia que isso pudesse desencarquilhar para algo mais grave. Com cuidado, a deixou confortável na cama, deixando-a um pouco sentada, enquanto os outros bebês resmugavam baixinho, querendo ir para o colo da mãe.

Um beijo fora depositado na testa da mais nova, enquanto ele a olhava.

- Amor… 

A primeira percepção que seu corpo teve foi a parada abrupta da dor. Por um longo segundo, aquilo a apavorou. Ela devia estar sentindo dor, isso dizia que o bebê ainda não tinha nascido e que estava bem, não é? Mas não… Não havia nada.

Mal teve forças para focar o rosto do irmão, para pedir ajuda, uma explicação ou simplesmente apoio, mas logo um choro alto tomou seus sentidos. Ela focou mais olhar no bebê nos braços do mais velho e sorriu fraca. 

- Linda… - sussurrou cansada ao extremo, mas ainda conseguiu dar uma risadinha suave ao sentir o beijo na testa - Eu te disse, As… Pezinhos e mãozinhas… Nossos filhos iam nascer perfeitinhos.

Ela não possuía uma grama de força nem para erguer o braço, mas mesmo assim tentou pegar um dos bebês. Gemeu um fraco protesto por não conseguir nada mais do que afagar os três bebês.

- Estou bem, amor… - sorriu com dificuldade - Só me sentindo absurdamente cansada… Mas bem.

- Talvez seja perigoso você dormir agora, amor. - disse, deixando a amada bem aconchegada aos lençóis, junto dos três bebês. - Quer que eu chame a médica agora? 

Aspros perguntou, enquanto pegava algumas toalhas úmidas e começava a limpar a moça lentamente, tomando cuidado com o corpo agora frágil dela. Quando a viu limpa, colocou-a deitada no sofá e os filhos no bercinho que havia comprado, após limpa-los e vesti-los direito. Trocou os lençóis da cama e só quando tudo estava impecável, deixou a amada no colchão, depois de vesti-la com uma roupa limpa. 

- Estou preocupado com você, meu anjo. - disse, deixando os dois meninos e a menininha entre ele e a amada, para logo se deitar. - Quando estiver melhor, talvez seja melhor tomar um banho… E dar o primeiro banho nos nossos filhos.

Unindo dois em um.

demon-defteros:

gemini-aspros:

 

O mais velho segurou o segundo filho com cuidado, deixando-o ao lado do primogênito, enquanto ia ajudar Defteros. Estava rezando para saber o que fazer, embora sentisse-se um inútil vendo ela fazer todo o trabalho sozinha.

- Acalme-se um pouco, Def… Respire fundo e tente acalmar seu corpo. Deve ser difícil e deve doer muito, meu anjo, mas tente fazer isso… - pediu com a voz calma, olhando-a. - Por favor. Nós precisamos que você tenha força o suficiente para dar a luz ao nosso terceiro bebê, querida.

Aspros fazia de tudo para acalmar a irmã, para dar algum apoio, nem que fosse emocional, para ela. Estava sendo um irmão mais velho, um marido, um amante, alguém que amava-a demais. 

- Vamos, querida. Respire fundo e solte o ar devagar… Eu sei que consegue.

A mulher forçou-se a olhar para o amado, respirando rapidamente. Os dois bebês ao seu lado faziam com que ela se contivesse em movimentos curtos e suave. Ela olhou para os filhos ao seu lado, tentando se concentrar e se acalmar como Aspros estava lhe pedindo.

O segundo bebê ainda chorava manhoso, suas mãozinhas segurando o cobertor onde estava enroladinho, impedindo que ela soubesse o sexo do bebê. O filho primogênito, que ainda estava distraído com os seus cabelos longos, virou-se para o outro bebê e segurou a mãozinha dele, fazendo-o parar de chorar imediatamente. Logo os dois estavam se olhando, caladinhos.

Defteros observou tudo com atenção, procurando acalmar a respiração, e foi com surpresa que viu os dois bebês virarem seus olhinhos azuis para si. Ambos tinham um olhar inteligente, muito parecido com Aspros, e a observavam com calma e reconhecimento. 

Sentiu o bebê em seu ventre se remexer, forçando para nascer, e seu corpo estremeceu com a dor da nova contração, mas ela não conseguiu desviar o olhar dos pequenos. Depois de um tempo que ela não soube dizer quanto, ela se virou para o amado. Sua respiração ainda estava pesada, mas ao menos estava controlada e ela também estava mais calma. A dor ainda era intensa, mas ela sabia o que devia fazer e se concentrou nisso.

O mais velho sentiu um peso enorme sair de seus ombros quando o terceiro e último filho estava em seus braços, chorando alto e em bom som. Ele o limpou e repetiu o processo anterior, com cuidado, enquanto olhava para  a irmã preocupado.

- Def… Olhe, amor… – pediu, sorrindo para ela. – Eles são perfeitos… Dois meninos e uma menina, querida. – disse, inclinando-se sobre a mulher, beijando-lhe a testa. – Você está bem?

Aspros estava morto de preocupação. Ela havia se esforçado demais e ele temia que isso pudesse desencarquilhar para algo mais grave. Com cuidado, a deixou confortável na cama, deixando-a um pouco sentada, enquanto os outros bebês resmugavam baixinho, querendo ir para o colo da mãe.

Um beijo fora depositado na testa da mais nova, enquanto ele a olhava.

- Amor…